segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O tempo e as Jabuticabas

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço...

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora e não foge de sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena e para mim basta o essencial.

                      

                                                                                    Rubens Alves

domingo, 20 de novembro de 2011

Assassinos Econômicos

Os Estados Unidos apressaram-se em desmentir e ridicularizar o autor do documentário.  Se é real ou não, tanto faz.  Não sendo ele, outros devem praticar esse tipo de política.  Assistam e tirem suas conclusões.  Tenham espírito crítico sempre, para que nada seja assimilado sem a devida análise. 
Não consegui colocar o vídeo aqui no blog, mas acessem o link abaixo no Youtube.  Tenho certeza que não será tempo perdido.


sábado, 5 de novembro de 2011

Crônica - Invasão da USP

Onde estão seus pais?
                                                                                                                                       
                 Nunca estudei na USP.  Sequer passei perto de algum dos seus campi.  Conheço-a, como a grande maioria dos brasileiros pela imprensa e pelo prestigio que desfruta.  Também pela imprensa acompanho os protestos e invasão do prédio da reitoria por alguns estudantes em defesa de colegas que consumiam maconha dentro de seus limites e contra a presença da policia militar.  Segundo a imprensa também, o prédio foi ocupado por cerca de 100 alunos.  Isso representa aproximadamente 0,13% dos alunos da instituição.    
  
          Dito isso tenho algumas indagações.  Que tipo de estudantes são esses que tem tanta dificuldade em aceitar uma decisão democrática como foi a aprovação do convênio com a PM.  A imensa, a esmagadora maioria está feliz com a diminuição dos furtos em até 90%.  Como podem fazer uma manifestação e terem vergonha de assumi-la, visto que escondem seus rostos com camisas e lenços, cenas vistas corriqueiramente no alto dos morros onde traficantes são os protagonistas.  Seriam as mesmas pessoas?  Ou são uma pequena parcela de ingênuos insignificantes que se deixam levar por aqueles que têm interesse em ver o policiamento afastado?  Se consumo e tráfico de drogas são crimes no Brasil o que esses estudantes pensam em defender?  Colocarão essa invasão ridícula em seus currículos profissionais no futuro.  Terão fotos suas, encapuzados, penduradas na parede de seus escritórios com a inscrição  “Eu defendo os maconheiros da USP”?
      
          É bem lógico pensar que nenhum desses estudantes trabalha, senão já teriam sido demitidos de seus empregos.  Se não trabalham alguém os sustenta. Óbvio, não vivem de ventos revolucionários.  O mais provável é que sejam sustentados por seus pais, talvez alguns avós ou outros parentes próximos.  Então, outra pergunta:  Onde estão seus pais?  Assistindo a tudo pela televisão?  Estarão se regozijando – “Essa é a minha menina, tão cedo e já defendendo seus direitos.” Que pais são esses?  São coniventes ou não tem autoridade moral para trazer seus filhos de volta para casa? Mais uma questão: Ficar sem banho ou escovar os dentes até é aceitável para um revolucionário, mas sem comer não.  De onde está vindo o dinheiro para comprar comida, bebida e maconha?  Estão pedindo esmolas?  - “Tio, dá um dinheirinho aí prá comprar um baseado.”           
                                     
              Universidade, faculdade e escola são lugares feitos para o estudo, para formação acadêmica, para se construir ética e profissão.  Pode ser que pensar assim é utópico, mas também não é lugar para fumar maconha e cheirar cocaína.  Pensamento de velho?  Pode ser, já estou próximo dos 50 anos.  Mas isso não me tira a razão.
              Na imprensa também vi alguns cartazes tentando disfarçar os motivos da revolta:  - “Ditadura” – “ Fora, reitor” – e mais algumas bobagens.  Quem não aceita a decisão de uma maioria pode falar em ditadura?  E para finalizar, um pensamento para o grupo que lá está: - Você quer estudar na melhor universidade do país?  Então estude!  Você quer fumar um baseado, bem sossegado?  Faça isso na sala de sua casa, seus pais não vão se importar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Túnel do Tempo (1)

Essa é para a gurizada que está circulando na casa dos cinquentões.  Lembram?  Não tem como esquecer!!!

BAT MASTERSON
A história real
     William Barclay "Bat" Masterson (26 de Novembro de 1853 – 25 de Outubro de 1921) foi uma figura legendária do Velho Oeste americano.
Ele foi caçador de búfalos, batedor do exército, jogador, delegado de fronteira, delegado federal, além de uma carreira como colunista e editor de esportes de um jornal de Nova Iorque. Descendente de Irlandeses, ele nasceu em Henryville, Quebec. Dizem que sua mãe (irlandesa com ascendência espanhola), era filha de Adrian Tenório, delegado e comerciante na região central espanhola. Conta-se que o apelido de "Bat" (Morcego), surgiu quando um desses animais sibilou pela igreja quando de seu batismo.

     Seu primeiro tiroteio ocorreu em Sweetwater, Texas (depois Mobeetie), (1876) quando arrumou uma briga por causa de uma garota. Nesse mesmo ano encontrou Wyatt Earp em Dodge City, de quem foi ajudante. Nessa cidade ele publicou em 1884 o Vox Populi, sobre a política da cidade (continuaria a escrever como jornalista até a sua morte). Foi eleito xerife em Ford County, Kansas, ficando no cargo até 1879. Depois disso ele se tornou jogador, embora tenha sido ainda delegado federal em Trinidad, Colorado. Deixando o Oeste, ele foi para Nova Iorque onde se tornou deputado indicado pelo presidente Theodore Roosevelt. Ficou no cargo de 1908-1912.
Ele morreu de um ataque do coração em 1921.

 Na televisão
"Bat Masterson" foi uma série de televisão com 108 episódios, produzida para o canal NBC, de 1958 a 1961. No papel título estava o ator Gene Barry. Na série Masterson aparecia como um galante jogador, sempre bem vestido com seu chapéu de coco e sua inseparável bengala. A música tema ficou famosa no Brasil, sendo que a versão para o português foi um dos maiores sucessos do cantor Carlos Gonzaga..

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Falando sério (1)

Reconheço não ser um expert em futebol, por isso gostaria que alguém me explicasse porque o jogador Borges do Santos, artilheiro do campeonato brasileiro com 21 gols, não foi convocado para a seleção e Neimar, com 5 gols está lá, fazendo m...

sábado, 8 de outubro de 2011

República Riograndense (9)

Rio Grande do Sul chora a perda do filho ilustre.
Furo de reportagem:  STEVE JOBS ERA GAÚCHO!!!


Intrigados com a grande semelhança entre o ator brazileiro Leonardo Villar e Steve Jobs, cientistas gaúchos viajaram até Palo Alto na Califórnia para coletar amostras de DNA.  Com as amostras, constataram que Steve é, na realidade, filho de Villar.  Com o segredo revelado, o ator brazileiro não teve outra opção senão contar algo que estava guardado a mais de meio século.
                “57 anos atrás” – Conta o ator – “ estava encenando a peça  Sonhos de uma tarde gaudéria no Teatro São Pedro em Porto Alegre.  Um dia passou por lá uma americana muito linda e tivemos um romance.  Sabe como é, naquela época não existiam essas campanhas de prevenção e ela acabou engravidando.  O menino nasceu em Porto alegre e quando encerrou a temporada, eu voltei ao Brazil.  Ela, porém, decidiu retornar aos Estados Unidos com a criança.  Um dia ela me enviou uma carta dizendo que o menino havia morrido e nunca mais tivemos contato.  Somente agora, graças aos cientistas da Ufrgs fui descobrir a verdade.  Ele é cara do pai, não é mesmo?”
                  O presidente Tarso decretou luto de uma semana no país.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Republica Riograndense (7)

Falando em hino bonito...O segundo hino mais lindo do mundo!!!
O Hino da Seleção Gaúcha de Futebol,
na voz de Neto Fagundes.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

República Riograndense (6)

Hino da República Riograndense.
O mais lindo do mundo!!
Reparem nas bandeiras representando os países onde vive o povo gaúcho,
Uruguai, Argentina, Chile e Brasil
Mas, bah!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Arte em cheque (2)

Um pouco de arame e muita criatividade (2)

República Riograndense (5)

Cientistas da UFRGS afirmam existir vida inteligente fora do RS

Pesquisa gera polêmica entre Gaúchos.

PORTO ALEGRE, C.F - Dois cientistas da UFRGS divulgaram na manhã desta quarta-feira um estudo que promete gerar muita polêmica na esquina democrática.

Paulo Côrtes e João Francisco Fagundes, ambos Gaúchos, pesquisaram por mais de 5 anos o resto da humanidade que habita fora do RS e chegaram à conclusão de que é possível existir vida inteligente fora da República Rio-Grandense.

- Nós analisamos com cuidado o resto da humanidade e aparentemente é possível, sim. A gente acredita na hipótese de que o Gaúcho que mora fora do RS acaba levando seu conhecimento para outros países, fazendo com que o mundo todo se desenvolva - disse Fagundes

O estudo aponta que em todas as grandes obras da humanidade a mão do Gaúcho esteve envolvida, até mesmo quando o Rio Grande do Sul não existia.

- Um exemplo são as pirâmides do Egito e a civilização Inca. Lá encontramos indícios da prosperidade do Gaúcho - disse o pesquisador Côrtes.

Ainda de acordo com os pesquisadores o Hetero Sapiens Gauderius andou pelos anos 3000 a.c pelos continentes, quando ainda eram unidos. Isso pode ter efeito na evolução do mundo e na extinção dos dinossauros.

- A carne do Tiranossauro Rex era muito saborosa. Eles matavam o bichano e assavam. Daí surgiu o churrasco - encerrou Fagundes.

DIRETO DO SITE O BAIRRISTA.COM

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

República Riograndense (4)

Esta é a partitura original do Hino do Rio Grande do Sul.  Se alguém se interessar é só solicitar que envio os arquivos.
Ainda ex-república, mas um dia...

Miss Universo 2011

Podem me chamar de retrógrado, ultrapassado, burro, nacionalista e o que mais quiserem; porém, não haverá explicação que me convença.  O concurso Miss Universo 2011 foi realizado no Brasil, em São Paulo, e transmitido em inglês em sua totalidade.
O que era a Claudia Leite cantando uma salada de pop music misturado com samba?  E a Bebel (quem?) Gilberto?  Colonizado é pouco.
 Até os jurados brasileiros que compunham a mesa fizeram suas perguntas à miss brasileira em inglês.  O nome "Brasil" aparecia nas legendas grafado com a letra "z".  Como diria o Bóris Casoy: "Isso é uma vergonha."  Considero um desrespeito a nação.  Continuam tratando o Brasil como uma república de bananas.